MULHER ATUAL
Dizem que a mulher moderna
É melhor que a antiga
Mais sincera
Mais amiga
Coisa e tal...
No começo até pode
No início tudo são flores
“Espeeera! Espeeera!”
A mulher-sargentão
É pior que o Cão!
Tem até esporão!
Monta no bicho
E tome espora!
Descarrega no cara
Sua milenar frustração!
“É por isso que eu gosto
lá de fora
porque sei que a falsidade
não vigora”.
Quem me dera!
A mulher de outrora!
Mas o pior de tudo isso é que mesmo conhecendo a origem de meus medos irracionais, eles perduram até hoje, rendendo pesadelos no meu dormir, que nunca foi bom, e ultimamente vêm se agravando por causa dessas novelas imundas que ando vendo, verdadeiras escolas de crimes, onde um Natércio, um marido da Catarina, uma Flora e uma “alemoa” fazem todo tipo de gracinhas, daquelas que Zé Metralha gostava de fazer, e causavam inveja ao Tenório Cavalcante, aquele da Lurdinha.
E voltando à origem dos medos, na tentativa de exorcizá-los, vou contar como surgiram.
O medo de lagarta começou por volta dos quatro a cinco anos. Fui para o roçado com meu pai e minha mãe, que depois de colher o que precisava para o almoço voltou pra casa, e eu quis ficar com meu pai. Depois de algum tempo, enjoado das novidades, só queria voltar pra casa. Meu pai mandou que eu fosse, ele de onde estava me olharia até chegar em casa, que não era longe. No caminho vi uma lagarta grande e bonita, e fui pegar pra levar pra casa. A bicha se estrebuchou na minha mão com tanta ênfase que eu a larguei na hora e abri o maior berreiro. Meu pai veio ver que monstro tinha me atacado, matou a lagarta e me mandou continuar o caminho. Fui pra casa, mas o trauma deixou uma herança maldita que até agora não tive como extirpar. Quando compro milho verde na feira, ao chegar em casa coloco logo as espigas na geladeira, pra congelar as lagartas que costumam vir no bico da espiga. No dia seguinte descasco as espigas e bato com elas na outra mão para que as lagartas caiam no vaso sanitário. Dou a descarga e fico livre daqueles monstros. Não vou correr o risco de colocá-las no lixo e alguma sair de lá e começar a andar pelo ap, isso me levaria a chamar a Polícia, a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros, e quaisquer outros órgãos de socorro, por ventura existentes. Já pensaram no vexame!
O medo de mulher eu conto depois.
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Sei que sozinho não consigo convencer a humanidade louca de que o automóvel é um instrumento assassino sob mil e um aspectos, e que o trem (de boa qualidade) é um excelente meio de transporte. Mas, como o beija-flor do Betinho, faço a minha parte. E você, faz o que pra melhorar a qualidade de vida no planeta Terra?
O automóvel transporta menos e mata mais. O trem transporta mais e mata menos. Ponha a consciência na balança e faça sua escolha.
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Frase de sempre: “As árvores são poemas que a Terra escreve para o Céu”. Kahlil Gibran.
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Frase do ano: “O Universo e a estupidez humana são infinitos. Tenho minhas dúvidas quanto ao primeiro”. Albert Einstein
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Frase do mês: “A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes”. Kahlil Gibran.
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Frase da vez: “O sonho e a esperança são dois calmantes que a natureza concede ao ser humano”. Frederico I.
Escrito por Jota Effe Esse às 04h03
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