CAMINHOS DO POEMA
Todo poema tem vida própria
Não obedece a ninguém
Segue seus caminhos
Por onde quer.
Quem quiser, puder, e souber,
Que o siga
Se lhe impuser o jugo
Fica de cara torta
Hibernado
Mosca morta
Qualquer poema é assim
Se não desde o começo
Desde o meio e o fim.
Por ser só um brincalhão de poeta
Quase sempre,
Deixo os meus,
Assim, assim,
Olhando enviesado...
Não reparem!
A culpa é minha.
Dados extraídos do programa “MAR SEM FIM” da TVE BRASIL, encontrados no seu site:
A Baía de Babitonga situa-se na foz do Rio Palmital e nela se encontram duas importantes cidades: Joinville e a ilha de São Francisco do Sul. São Francisco do Sul é a terceira cidade mais antiga do Brasil e completará 502 anos em 2006. Em 1504, uma expedição financiada por comerciantes franceses da Normadia, comandada por Binot Paulmier de Gonneville, desceu o Atlântico pelo litoral africano, mas perdeu a rota e acabou aportando em "terras desconhecidas". Durante seis meses conviveram com os hospitaleiros índios Carijós. De volta para a França, Binot levou consigo o filho do Cacique, prometendo devolvê-lo no prazo de vinte luas, depois de ensinar-lhe o uso da artilharia. Para marcar a passagem desta expedição, Binot levantou uma cruz com os seguintes dizeres: "Aqui Binot Paulmier de Gonneville plantou este objeto sagrado, associando em paridade a tribo com a linhagem Normanda". O índio Iça-Mirim nunca mais voltou. Casou-se com uma parenta do capitão e teve quatorze filhos. A baía da Babitonga (que em língua indígena quer dizer morcego) apresenta um conjunto de 24 ilhas, abaixo relacionadas: Ilha Alvarenga, Ilha dos Araújos de Dentro, Ilha dos Araújos de Fora, Ilha dos Araújos do Meio, Ilha do Baiacú, Ilha do Chico Pedro, Ilha das Claras, Ilha do Corisco, Ilha do Ferreira, Ilha das Flores (ilha de Santa Catarina), Ilha Grande (ilha de Santa Catarina), Ilha Guaraqueçaba, Ilha Itaguaçu, Ilha dos Herdeiros, Ilha Mandigituba, Ilha do Maracujá, Ilha do Mel, Ilha da Murta, Ilha dos Negros, Ilha do Pernambuco, Ilha Queimadas, Ilha do Quiriri, Ilha Redonda, Ilha da Rita.
NOTAS COLHIDAS POR MIM EM OUTROS SITES:
1 – Nome todo do comandante – Jean Binot Paulmier de Gonneville.
2 – Içamirim tinha 15 anos quando saiu do Brasil, em 03/07/1504 e viveu 90 anos.
3 – O pai de Içamirim era o Cacique Arosca.
4 – Um guerreiro da tribo, chamado Namoa acompanhou Içamirim, mas morreu na viagem.
5 – Ainda em alto mar Içamirim foi batizado de Comandante “Binot”.
6 – Uns dizem que ele foi casado com uma parenta do capitão, outros que foi com uma sobrinha, outros com uma de suas filhas.
Taí uma biografia que gostaria de ler na íntegra – a do índio Içamirim.
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TREM BALA
Com o evento da Copa do Mundo, e com a probabilidade de o Brasil se tornar exportador de petróleo, é possível que o Trem Bala Rio-São Paulo e talvez Rio-BH venha a se tornar uma realidade. Se isso acontecer, com certeza vou querer fazer essa viagem, não a inaugural, que não sou cobaia; primeiro quero me certificar de que o mesmo não vai ser Trem Bala-Perdida: com a velocidade dele, ao se tornar bala-perdida, não serão aproveitadas nem as cinzas!
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Sei que sozinho não consigo convencer a humanidade louca de que o automóvel é um instrumento assassino sob mil e um aspectos, e que o trem (de boa qualidade) é um excelente meio de transporte. Mas, como o beija-flor do Betinho, faço a minha parte. E você, faz o que pra melhorar a qualidade de vida no planeta Terra?
Escrito por Jota Effe Esse às 07h10
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