SEGREDO Saber, eu sei, mas não vou contar Que plagiei Não quero que me vejam salafrário Fora da lei Do contrário, como vou brilhar Num mundo onde tudo que penso Outro já ousou pensar? Por favor, não vá me dedurar Você não é meu amigo? Amigo é pra essas coisas! Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 13h10
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COMBATE ÀS DROGAS (música cantada por um viciado zureta) Eu sou um mico leão drogado Salvem-me da extinção Criem corredores alcoólicos Cocaína e craque não Cachaça mata menos Beba com moderação Cachaça mata menos Beba com moderação Narcóticos Anônimos ajudam Mas não é bastante não Eu sou um mico leão drogado Salvem-me da extinção Criem corredores alcoólicos Cocaína e craque não Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 13h06
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SALVAR O MEIO AMBIENTE (a vida na terra) Faço o que posso Sem crítica nem culpa - E o resto, quem faz? - O resto? Tem 7 bilhões de pessoas para fazer! - Mas eles não fazem! - A culpa é deles. Jota Effe Esse. P. S. - Para melhores esclarecimentos recomenda-se conhecer a Teoria de Gaia.
Escrito por Jota Effe Esse às 13h50
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ALHOS e BUGALHOS Separar alhos de bugalhos na legislação brasileira é uma tarefa ingrata. Os legisladores brasileiros criaram um emaranhado de leis e decretos onde ninguém se entende, e com base nisso os criminosos deitam e rolam. Há criminosos que já foram presos e soltos dezenas de vezes. Mas está surgindo uma luz que pode mudar isso. A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro quer se mudar do Palácio Tiradentes, que vai ter outra destinação, para o prédio da antiga Bolsa de Valores, que já está em processo de desapropriação. Só que os proprietários do prédio não concordam com a desapropriação desse prédio, avaliado em quinhentos milhões de reais. Sugiro aos deputados que se mudem para a Praça Floriano, em frente ao Teatro Municipal. Cada um leva sua prancheta, senta num dos bancos ali existentes, dá seu expediente, faz as leis, e tudo que lhes diz respeito, a céu aberto, e sem paredes, com toda a transparência que se espera. Assim o povo poderá meter o bedelho e as coisas serão como devem ser. Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 15h09
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LONGEVIDADE Todos vocês devem conhecer o repórter esportivo da TV Globo, Léo Batista. Ele é bem velhinho, né? Dizem que é sobrinho do apóstolo João Batista. O que muita gente não sabe é que houve um jogo entre pescadores e apóstolos de Jesus, realizado na beira do Lago de Nazaré, com Jesus sendo o treinador dos apóstolos, Pôncio Pilatos dos pescadores e Judas como juiz. Os apóstolos perderam de 12 x 0 porque o juiz só apitava falta contra eles e nenhuma dos pescadores. Sabem quem narrou o jogo? Léo Batista, e naquele tempo não havia TV, nem o rádio tinha sido inventado, a narração era mandada aos quatro cantos do mundo no gogó, demorava, mas chegava! Mas no Brasil só chegou no ano passado, antes ninguém sabia desse jogo. E Leo Batista continua em atividade, eita cabra bom! Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 09h08
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FÉRIAS DO APOSENTADO Proposta a ser transformada em lei pelo Congresso Nacional. Quando estávamos trabalhando tínhamos direito ao décimo terceiro e férias. Depois de aposentados ficamos somente com o décimo terceiro, perdemos o direito a férias. E não era um direito adquirido? Sabe-se que a renda do aposentado não dá para cobrir suas despesas com os tratamentos e remédios que precisa, e às vezes ainda sustentar pessoas da família sem renda, como os netos, por exemplo. Sabendo-se que parlamentar tem 14º e 15º salários (com outros nomes, é claro), essa não é uma proposta indecente. Então por que não criar as Férias do Aposentado a serem pagas pelo INSS no mês em que ele aniversaria, e receberia dois salários nesse mês. A origem dos recursos seria a mesma de todos os gastos públicos: O Orçamento da União, e seria uma forma justa de distribuição de rendas, que talvez até permitisse ao coitado fazer aquele passeio com que sempre sonhou, mas nunca conseguiu. Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 10h44
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A MORTE DE CHICO ANYSIO O maior artista do Brasil Há umas duas décadas eu dizia que Chico Anysio era a única pessoa não pertencente a minha família capaz de me fazer chorar se morresse primeiro que eu. Mas agora ele morreu e eu não derramei uma só lágrima. O que teria acontecido com minha sensibilidade desde então? Não vou entrar em detalhes a esse respeito. Mas uma coisa é certa: Nunca vou esquecer das alegrias que ele me deu com seus programas humorísticos. Durante a década de 1950 eu não dormia antes de ouvir os programas dele na Rádio Mayrink Veiga. E na TV Globo da mesma forma, por muito tempo acompanhei seus programas, especialmente Chico City. Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 13h27
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NOTÍCIA DE JORNAL Antes de anoitecer Quero saber O que vem a ser Natimorto O jornal dizia Que a polícia encontrou um No esgoto Ai que arrepio E não é calafrio É um berço vazio Naquela casa Onde anjo tem asas Voa sobre o muro Mesmo no escuro. Jota Effe Esse. SEGUNDA PÁGINA Zeca Propina morava na saúde pública Pintava e bordava E ninguém sabia Até que um dia O repórter da Globo Travestido de funcionário Foi investigar Garantiram segurança total Disseram que a bolada é certa E feita com ética De mercado E seria entregue no subsolo De um supermercado. Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 13h59
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SÓ ISSO Escrevo só pra desendoidar Não tenho outras pretensões De ser um Machado, um Camões Nem mesmo um versejador De cordel a jorros tracejado, Sem métrica nem rima Rabiscando a doidado Sem qualquer cuidado! Mesmo porque não sei escrever Se soubesse, seria um Pessoa Cobria o mundo com letras Numa boa Mas como não sei Só escrevo. Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 06h23
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AMOR, TEMPO E VENTO Na alma de quem ama, venta Venta quente Venta frio Venta brisa Na alma de quem ama Tem riso e tem sorriso Não tem siso Seja noite Seja dia Padre nosso Ave Maria Tal qual esquenta Tal qual esfria E como prêmio Vem a brisa E suaviza Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 14h05
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UM CÃO SEM DONO Chegou um tempo em que Severino começou a se sentir como um cão sem dono. Um cão sem dono todo mundo enxota, todo mundo chuta, todo mundo que é mau, é claro. E Severino desejava muito contar histórias para seus netos, histórias de quando ele era criança, histórias que vivenciou; mas seus filhos não permitiam que assim fizesse porque só viviam levando as crianças para parques de diversões com carrossel, roda gigante, trem fantasma, dos quais as crianças gostavam, mas onde não havia nenhum contador de histórias. Severino sonhava com a ideia de voltar a ser menino, não para se livrar das dores que sentia em diversas partes do corpo, da desatenção das pessoas jovens, que só queriam conversar com outros de sua idade, e achavam que velho atrapalha, e sim para livrar-se do isolamento, para ter novamente a alegria do menino que foi, que corria, gritava, brincava, e ria sem precisar do palhaço com seus malabarismos. E Severino perambulava pelas ruas como que procurando algo que não sabia o quê. Em dado momento encontrou um cão sem dono, um cão de verdade, sem dono, que começou a acompanhá-lo; mais adiante uma cadela sem dono também começou a seguir Severino e o cão sem dono, depois vieram um gato sem dono e uma gata sem dono. Estava formada a família sem dono, a nova família de Severino. Com essa família ele foi se afastando cada vez mais da antiga família, até que passou a morar debaixo de um viaduto. Seus filhos e netos nem se lembravam mais dele até que a prefeitura o levou (sem sua atual família) para um abrigo público. Lá Severino sentia uma enorme saudade de seus parentes atuais deixados para trás. Fugiu do asilo e foi à procura deles. Ao passar por uma casa de luxo onde era realizada uma festa de aniversário de15 anos da filha da casa sentiu-se atraído pela alegria ali reinante e tentou entrar, mas o dono da casa mandou que o pusessem para fora. Porém uma amiga da aniversariante o reconheceu, a pesar de maltrapilho, e informou sua amiga de quem se tratava. Esta veio e o chamou pelo nome. Ele admirado de que ela soubesse seu nome lhe perguntou: Quem é você, que sabe meu nome? Ao saber que era sua neta começou a chorar, e ela também. Os dois combinaram que iriam procurar os cachorros e gatos que foram deixados no viaduto e trariam para onde Severino passou a morar. Na casa que a neta ganhou de presente no décimo quinto aniversário. Final feliz, coisa rara! Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 09h08
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SEM COR Eu não vou ficar triste Quando meu time perder Quando a semente que plantei Não nascer Eu vou cantar o amor Que me fez renascer Que existe em mim Que existe em você E que só o egoísmo Não nos deixa ver Pois se eu não cantar Ninguém verá o amor Que torna grande As coisas pequenas Nem a leveza da flor Terá brilho nem cor Sem esse cantar Feito de amor. Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 18h34
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O “PAI DOS POBRES” Marcelo Squassabia publicou no seu blog um texto sobre o pijama que Getúlio usava na ocasião de sua morte. Depois de ler me lembrei de relatar como vivenciei os acontecimentos dramáticos daqueles dias. Eu tinha vinte e poucos anos, semi-analfabeto, trabalhava e morava como servente de pedreiro numa obra à Rua Visconde de Pirajá, 217 – Ipanema – Rio – RJ, e como tal me sentia filho do Pai dos Pobres, de modo que senti intensamente a sua perda. Odiei com a mesma intensidade o “Corvo do Lavradio”, o jornalista Carlos Lacerda, principal e terrível acusador de Getúlio, com apoio da Rádio Globo e a cobertura dos componentes da “República do Galeão”, um grupo de oficiais da Aeronáutica, inconformados com as duas derrotas eleitorais impostas ao brigadeiro Eduardo Gomes, por Dutra, apoiado por Getúlio, e pelo próprio Getúlio em 1950. A pressão para que Getúlio renunciasse era tremenda. Manchete do jornal Tribuna da Imprensa dizia: “Um mar de lama”, referindo-se a supostas irregularidades da Presidência. O jornal Última Hora estampava: “Só morto sairei do Catete”, como frase dita por Getúlio. Tanques de guerra rodeavam o palácio do Catete, os jardins internos estavam cheios de ninhos de metralhadoras. Pairava no ar o medo de uma guerra civil. Com sua poderosa voz e privilegiada oratória, Lacerda, que era Deputado Federal, usava a tribuna da Câmara, via Rádio Globo, e conseguiu colocar a Aeronáutica e a Marinha contra Getúlio; cabia ao Exército defendê-lo no caso de uma revolução. Mas muitos generais preferiam um pijama à uma farda de campanha. O Vice-Presidente, Café Filho se fingia de morto. Boatos voavam em todas as direções. Logo depois da morte de Getúlio, Lacerda fugiu para fora do país, com medo de ser eliminado. Não fui apedrejar e queimar a Tribuna da Imprensa na Rua do Lavradio, não fui ao velório no palácio do Catete, não acompanhei o caixão no cortejo, se não me engano, o maior já visto no Rio, para o Aeroporto Santos Dumont; eu não tinha preparo mental para essas coisas. Só acompanhava tudo pelos jornais e pelo rádio; lia e relia a “carta testamento”, procurando entender suas palavras e conseqüências; sentia medo. Reinava uma comoção de fim do mundo. Não sabia se defendia ou condenava Gregório Fortunato por tentar matar o “Corvo”, e acabar matando o major Rubem Vaz, da Aeronáutica, que acompanhava Lacerda na Rua Tonelero no dia do crime. As conseqüências do 24 de agosto podemos ver lá na frente, com a eleição de Juscelino, a de Jânio Quadros e sua inesperada renúncia, o golpe de 64, e os 21 anos de ditadura militar causando a morte de muitos brasileiros, tanto militares como civis em luta, ou simplesmente assassinados durante a guerrilha. Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 06h22
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BODE EXPIATÓRIO E se Deus não quiser destruir meus pecados Faço deles um boneco Para ser apedrejado Numa noite de magia branca Mas nem por isso menos carregada Por sentimentos de vingança E saio translucidamente aliviado Cavalgando a esperança Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 21h57
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UNIVERSO VERDE Navegar é preciso. Voar, também, não tenho todo o tempo do mundo. De Manaus a Tabatinga é como ir de São Paulo a Bombaim, passando por Cuba, Pequim e Moçambique, tantos são os caminhos a percorrer, mesmo que aqui o caminho seja um só: o rio Amazonas. Amazônia é um sem fim de águas e florestas onde pululam todas as formas de vida, cada uma com suas particularidades. A vontade que se tem é de ficar, de vivenciar esse universo verde, de tornar-se um criador de pirarucu, de tucunaré, não só para preservar, mas para degustar. E Tabatinga me espera, lá longe. São sete dias e noites de Manaus até lá, a bordo de um gaiola, embalado na rede pelo balanço das águas, com a imaginação a mil. Quando seremos os senhores desse universo? Quando poderemos desfrutá-lo sem destruir? E ver esse gigante correndo, correndo, correndo, para trombar com o mar? Onde se forma o qüiproquó, digo, a pororoca, para espanto de quem não estiver prevenido. Uma vez em Tabatinga, tem-se a impressão de estar em terras movediças, face à diversidade de etnias a serem compreendidas e o leque de opções a serem exploradas no Universo Verde. Não, eu não fiz essa viagem, apenas a sonhei baseado no que conheço por reportagens vistas na TV, e fiquei maravilhado! Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 21h37
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QUEM É BOM JÁ NASCE FEITO Ao mínimo ajuste O poema não é mais Decompõe-se Reforma-se Deforma-se E recomeça E se expressa Outra vez Com nova tez Se tiver mestre. Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 09h01
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CORRIDA DE JEGUE (uma ideia de jerico) Estamos em processo de criação de corridas de jegues a serem realizadas em qualquer cidade brasileira com estrutura para a mesma, em datas previamente acordadas. A renda será destinada à construção do estádio polivalente ZEBRÃO, que será erguido numa grande capital a ser escolhida em plebiscito. Cada corrida será de mil metros e somente o vencedor receberá prêmio – um feixe capim. Ao longo do jegódromo serão armadas arquibancadas e camarotes de onde os torcedores assistirão a corrida. Haverá preços de dez a cem reais. É da máxima importância que o ZEBRÃO seja levantado antes da Copa do Mundo em 2014, ou no máximo nas Olimpíadas de 2016. Mesmo depois de construído o ZEBRÃO essas corridas continuarão e então sua renda bem como a do estádio vai para a formação de atletas com necessidades especiais. É desnecessário lembrar que o ZEBRÃO será todo pintado com listras pretas e brancas. Já existe uma fila de jegues prontos para participar, conforme nos informam seus donos. São eles: Sarney, Barrichello, Neymar, Messi, Madame Satã, Bial, Romário, Dercy de Mentira, Leila Diniz de Niterói, entre outros, que segundo seus donos são favoritos. Em um contato que tivemos com os asininos observamos que Madame Satã está caidinha por Bial, e o dono de Barrichello o alimenta todos os dias com um balaio de pão-de-lo, na esperança de ser recompensado com uma vitória. Jota Effe Esse. Esqueci de dizer que todos os corredores levarão no pescoço uma guirlanda de flores. Os jumentos guirlanda azul, as jumentas, rosa, e tanto os jumentos gays como as jumentas lésbicas, guirlanda com as cores do arco-íris.
Escrito por Jota Effe Esse às 16h32
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A BREGUICE ESTÁ NO AR Como não podia deixar de ser, 2012 começa com a promessa de mais um Big Bosta Bordel pra encher nossa paciência. Se é assim, não vou ficar sem colaborar com o povão que gosta de m: Eu só quero é ser feliz Fazer um top set e navegar Com minha bela Na gamela onde eu nasci (bis) Se você não teve berço E por isso é infeliz Entre na minha gamela E vamos erguer o nariz Eu só quero é ser feliz Viajar nessa gamela Na maré onde eu nasci (bis). Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 16h32
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NOITE INFELIZ E o menino pobre amanheceu o dia 25 cantando: Noite infeliz, noite infeliz O senhor, Deus de amor Não passou por aqui Não passou por aqui Foi na casa do ricoooo. Me olhou e se foi Me olhou e se foi Ir na minha não quiiiis Ir pra minha não quis Foi pra casa do rico É só lá que é feliz É só lá que é feliz É só lá que é feliiiiz É só lá que é feliz. Jota Effe Esse. P. S. – Assim é o ser humano, porque o Senhor, Deus de amor, é uma sonho que ainda não realizamos. Enquanto isso, na Coréia do Norte, as carpideiras estão faturando alto. Haja hipocrisia!
Escrito por Jota Effe Esse às 07h25
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BYE BYE Eu não quero mais você Você não gosta de mim Só quer me fazer sofrer Mas agora é o fim Bye bye to you Bye bye to you Bye bye to you Bye bye to you Quando eu quero tu não queres Quando queres eu não quero Não chegamos a um acordo Ficamos no lero lero Bye bye to you Bye bye to you Bye bye to you Bye bye to you Jota Effe Esse.
Escrito por Jota Effe Esse às 14h12
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